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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Doce sabor feminino...

Uma mulher deslumbrante não é aquela que mais homens têm a seus pés.

É  aquela que tem apenas um que a faça realmente feliz.

Uma mulher formosa não é a mais jovem.
Nem a mais frágil, nem aquela que tem a pele mais sedosa ou o cabelo mais chamativo.

É aquela que com apenas um sorriso franco e aberto e um bom conselho pode
alegrar-te a vida.

Uma mulher de valor não, é aquela que tem mais títulos ou cargos acadêmicos,

E sim aquela que sacrifica seus sonhos temporariamente para fazer felizes os demais.

Uma mulher deslumbrante não é aquela mais ardente e sim a que vibra ao fazer amor somente com o homem que ama.

Uma mulher deslumbrante não é aquela que se sente adulada e admirada por sua beleza e
elegância...

E sim aquela mulher firme de caráter.
Que pode dizer "Não".

E um Homem...

Um homem deslumbrante é aquele que valoriza uma
mulher assim...

Que se sente orgulhoso de tê-la como companheira...

Que sabe acariciá-la como um músico virtuoso toca
seu amado instrumento...

Que luta a seu lado compartilhando todas as suas tarefas, desde lavar
pratos e preparar a mesa, até devolver as massagens e o carinho
que ela te proporcionou antes.

Que tolas temos sido e somos quando valorizamos um presente
somente pela vistosidade do pacote...

Tolo e mil vezes tolo o homem que come sobras na rua, tendo um
deslumbrante manjar em casa!

Esse texto é para as mulheres deslumbrantes para reforçar
sua auto-estima e para os homens de verdade que sabem valorizar o doce sabor feminino...

Homens por favor, saibam apreciar e apreciem sem moderação... Nós gostamos, e queremos sempre...  ;D

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Decisões

     A nossa vida é uma seqüência infinita de decisões. A cada instante, para viver, cada um de nós tem que tomar decisões, com graus variados de importância, que passam a modelar o nosso comportamento de forma marcante, gerando conseqüências para os outros e para nós mesmos, automaticamente, pois que o homem não vive isoladamente, mas em sociedade, com dependência de uns para com os outros. É o uso do livre-arbítrio, da liberdade de viver, que Deus sabiamente nos concede.
O ato decisório está intimamente ligado às escolhas seletivas que fazemos nas ações de cada segundo. Abrange pequenas e grandes coisas como, por exemplo, decidir (escolher) o tipo de alimento que vamos ingerir nas refeições do dia a dia; o tipo de condução que vamos utilizar para ir de casa para o trabalho (ônibus, táxi, trem ou metrô), ou se vamos ou não casar dom determinada pessoa; se vamos abraçar esta ou aquela carreira profissional, e assim por diante. Tomada a decisão, escolhido o que vamos fazer, só nos resta aguardar as conseqüências dos nossos atos, que um dia virão.
Algumas decisões são tomadas quase que instintivamente, sem sequer nos apercebermos que estamos decidindo, ou seja, fazendo uma escolha.
Outras vezes, a decisão é complexa e, por isso mesmo, causa em nós preocupações sérias, podendo causar estresse e não raras vezes depressão, por não conseguirmos descobrir, de imediato, qual a melhor decisão.
O livre-arbítrio nos é concedido por Deus como uma verdadeira dádiva, mas a utilização dessa liberdade de viver tem que se alicerçar em decisões responsáveis, ou seja, ninguém tem o direito de prejudicar ninguém e, desta forma, a liberdade de ação que todos possuímos, não é totalmente absoluta, muito pelo contrário, é relativa, possuindo limites que precisam ser bem visualizados. Essas barreiras divisórias estão colocadas na posição exata em que os direitos de uma pessoa terminam e os direitos dos seus semelhantes começam.
Sempre que esses limites de liberdade são ultrapassados, acabamos prejudicando alguém, consciente ou inconscientemente e, pela lei de justiça divina, passamos a ser infratores perante a harmonia do Universo, condição que terá que ser reparada, oportuna e convenientemente, para que a lei de causa e efeito se cumpra.
Daí uma das razões das dores e sofrimentos aqui na Terra, que não são eternos, mas exatamente proporcionais às dores e sofrimentos que causamos aos nossos semelhantes.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Tudo na vida é relativo!

Se tudo na vida é relativo,
Relativa também é a idéia
Que cada um faz da felicidade

Para uns, felicidade é dinheiro no bolso,
Cerveja na geladeira,roupa nova no armário.

Para outros, a felicidade
Representa o sucesso, a carreira brilhante,
O simples fato de se achar importante
ainda que, na verdade, as coisas não sejam bem assim.

Para outros tantos,
ser feliz é conhecer o mundo,ter um conhecimento profundo
das coisas da Terra e do Ar.

Mas, para mim, ser feliz é diferente.
Ser feliz é ser gente,
É ter vida,
Que como dizia o poeta:
"É bonita, é bonita e é bonita..."

Felicidade é a família reunida,
É viver sem chegada, sem partida,
É sonhar, é chorar, é sorrir...

Felicidade é viver cercado de amor,
É plantar amizade, é o calor do abraço daquele amigo
Que, mesmo distante,
Lembrou de dizer: "Alô"!

Ser feliz
É acordar às cinco da matina,
Depois de ter ido dormir
às três da madrugada,com sono e pra lá de cansada.

Ser feliz é ver todo dia um sorriso de criança.
É a música, é a dança,
É a paz, é o prazer de descobrir a cada dia
Que a vida se inicia novamente,a cada amanhecer.

Ser feliz é ter violetas na janela,é chá de maçã com canela,
E pipoca na panela,é um CD bem mela-mela,(ai essa foi podre)
Para esquentar o coração.

Ser feliz é curtir sol radiante,
Frio aconchegante,
Chuvinha ou temporal.
Ser feliz é enxergar o outro
E, sabe se lá, quantos outros, que cruzam nossa estrada.

Ser feliz é fazer da vida
Uma grande aventura,
A maior loucura,
Um enorme prazer.

Ser feliz é ser amigo
Mas, antes de tudo, é ter amigos!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O Presente

 
Há dois dias em todas as semanas com os quais não deveríamos nos preocupar dois dias que deveriam ser mantidos livres do medo e da apreensão.
Um destes dias é o ONTEM, com seus erros e ansiedades,  suas falhas e bobagens,  dores e sofrimentos.
O ONTEM passou para sempre, está além do seu controle.
Todo o dinheiro do mundo não pode trazer de volta o ONTEM. Não podemos desfazer um único ato que fizemos, não podemos apagar uma única palavra que dissemos.
O ONTEM se foi...
Outro dia com a o qual não deveríamos nos preocupar é o AMANHÃ, com suas possíveis adversidades, suas cargas, suas grandes promessas  e pobre desempenho.
AMANHÃ está além do nosso controle imediato, o sol do AMANHÃ irá se levantar ou em esplendor ou por detrás de uma máscara de nuvens, mas se levantará, e até que ele o faça, não temos nenhuma garantia do AMANHÃ, pois ele, ainda não nasceu.
Isso deixa apenas um dia, o HOJE.
É só quando adicionamos as cargas daquelas duas assombrosas eternidades: o ONTEM e o AMANHÃ, que sucumbimos.
Não é a experiência do HOJE que enlouquece alguém, é o remorso ou a amargura por algo que aconteceu ONTEM e o receio do que o AMANHÃ poderá trazer...
          Portanto vivamos não mais que um dia por vez!
Somente por HOJE serei feliz!
Somente por HOJE serei agradável!
Somente por HOJE falarei baixo, agirei polidamente!
      Não criticarei ninguém, não acharei erros em nada e nem tentarei melhorar alguém antes de melhorar a mim mesmo!
Somente por hoje terei um momento em silêncio, sozinha, relaxarei e conversarei com AQUELE que está a brilhar lá em cima...
ONTEM é história, o AMANHÃ é um mistério,
Mas o HOJE é uma dádiva, por isso é chamado...
PRESENTE...


terça-feira, 9 de agosto de 2011

O que te faz feliz???

       Nós humanos somos seres estranhos. Nunca estamos felizes com nada. Vivemos sempre buscando algo que não temos, e o que temos já não nos importa. Algo como: a felicidade está em um patamar acima do nosso e estamos sempre a buscá-la. Enfim, por mais que tenhamos bens, saúde, uma família, sempre falta algo. Que seja algo distante, que seja impossível, pois será isso que iremos desejar, ainda que o que precisamos, de fato, esteja ao alcance de nossas mãos.
Carros, casas, bens, dinheiro. Seria essa a definição ideal de felicidade? Não sei, a resposta não é tão simples. Talvez a felicidade não se resuma nessas coisas, em bens materias, embora estas coisas ajudem muito. Talvez, as coisas mais valiosas que temos, por mais démodé que seja, são amores. Não amores carnais apenas, paixões, mas sim amores, amores pelo simples viver, do amanhecer de um dia, de uma vida envolta de prazeres simplórios, e que não são necessariamente relacionados a dinheiro. Tá, reconheço que isso é filosófico demais, mas é realidade. Afinal, a vida deve ser encarada com simplicidade, porque a vida é mesmo complexa. Mas é tão difícil ver simplicidade  nela...
Quando criança, eu queria ser adulta, mas por que cargas d’água hoje eu gostaria de ser criança? Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar?

Afinal, o que te faz feliz? O que nos faz feliz? O que é ser feliz? Talvez seja a esperança de saber que o amanhã poderá ser melhor, e é por isso que batalhamos hoje. É, talvez ser feliz seja isso: viver o que temos pra viver da maneira que podemos.


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Coisas da vida

As vezes me pego pensando: O que eu espero da vida... O que a vida espera de mim... 

Será que a vida se cumpri, ou nós que fazemos por onde??? Hoje tenho 24 anos, pode-se dizer que uma carga gigante de experiências bem e mal sucedidas... 

Eu lembro, quando eu tinha 18 anos meu sonho era morar em outro estado, eu achava que o Rio Grande do Sul era pequeno demais para meus sonhos... Me formei no 2º grau com 17a e fui em busca de emprego... Consegui! A partir daí então comecei a pensar em como colocar meu plano em prática. Adivinhem??  Eu ganhava uma merreca, é lógico que com a grana que eu ganhava, não compraria nenhuma passagem para o Paraguai. O tempo foi passando, consegui empregos melhores, conheci pessoas que eu achava que estariam do meu lado para o resto da vida... Me enganei outra vez! Até aí tudo bem... Finalmente com 22anos surgiu a oportunidade que eu esperava, na verdade, não era bem daquele jeito que eu esperava a oportunidade... Mas, o que interessa é que enfim, eu consegui o que queria de verdade: Estou indo embora, botei minha mochila nas costas e fui... 


    Agora sim, morando em Curitiba, longe dos pais! Idependência ou morte!! Pois é, estudei, adiantei a Faculdade, trabalhei conheci pessoas novas, e... era isso. Quando me dei conta as novidades tinham acabado, as pessoas de lá, não eram tão receptivas quanto os gaúchos... Até que um dia, me vi "praticamente sozinha" em um lugar que eu não conhecia direito, cheia de amigos que quase nunca iam me visitar... Com uma saudade gigantesca, eu disse: GIGANTESCA da minha família, amigos, colo de mãe... Comecei a me sentir mal lá... E vi que nem tudo é do jeito que agente planeja. Fiquei lá durante 1 ano e meio mais ou menos. E o que mais me fazia sofrer era a incerteza. Se eu ficasse lá, minha vida não ia melhorar tanto ao ponto de querer ficar lá pra sempre... Se eu viesse pra cá, minha vida teria que reiniciar do zero. 
Foi a fase mais dificil da minha vida até hoje. A fase de decisão. 

 Voltei ao meu Rio Grande do Sul querido, fiquei alguns meses perdida e sem rumo, parecia que eu nunca tinha morado aqui... mas, passou. Talvez, teria "passado" também se eu tivesse ficado lá... Mas, eu é que não quero voltar pra ver como seria... 
Hoje já estou situada, com a impressão que nunca saí daqui... 

Mas esse pensamento: O que eu espero da vida... O que a vida espera de mim...  


Nunca mais vai sair da minha cabeça....